De novo olhando este temido e amado jardim,
olhando as varias flores eu consigo achar um Lírio,
mas quando eu olho para minha mao ainda tem o Alecrim,
e o meu coraçao se enxe de um terrivel martírio.
a minha vontade de segurar o Alecrim era tão grande,
de forma patética ele se esfarelou na minha mão.
Minha nostalgia e ódio no meu peito, se expande,
Negro como uma rosa negra está meu coração...
Livro-me destes odiosos farelos de Alecrim,
e pego o Lírio, o seu cheiro começa a contargiar-me,
cada vez mais que sinto seu cheiro, mais o quero para mim.
Olho para os restícios de alecrim e ainda dói meu peito,
mas espero que eu consiga viver com este lírio,
os seus amados cheiros em mim, tem o mesmo efeito.
~O colhedor~
Sendo o fim, o fim de algo... Não quer dizer que seja o fim absoluto... O fim serve somente para encerrar algo e começar outro... O fim é sempre o começo... Quando se destrói uma flor, será o fim desta. Mas significa que outras irão nascer novamente, e que estas irão te enfeitiçar alguma hora... Como o alecrim... Teu cheiro agradável, uma camada externa um tanto que encantadora... Mas teu gosto, amargo, azedo... A verdadeira essência dele... Cuidado ao escolher tuas flores, não escolha as venenosas...
ResponderExcluirEnfim, o poema ficou irado para quem sabe quem é alecrim e lírio... Abraços