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sábado, 19 de setembro de 2009

O amor...

Esta dor não dolorida,
de uma raiva não sentida,
de uma vida morta,
de um tempo parado.
Preso ao passado deste estado,
nesta vida efêmera de amores,
experiências errantes.

Poderia eu? Oh Deus,
ser uma metamorfose constante,
sentindo dor sendo esta, indolor.

Poderia Deus,ser um ser inexistente,
mais ao mesmo tempo existente?

Talvez seja melhor essas respostas
serem esquecidas da mente humana,
para não sermos atormentados por algo
que existe sendo inexistente


: Rodrigo Wentzel

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