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sábado, 19 de setembro de 2009

Uma flor...

Parti desta cena errante,
por não saber ser bom o bastante,
com intuito obstante,
do instante cessante destes amores errantes,
que de um instante semelhante,
apagaria outrora neste momento restante.

Nesta pena contemplação
de um amor amante e errante.
Entra em metamorfose constante,
desta forma tornando um instante
fronte ao passado frustrado,
dado ao fúnebre estado passado.

Dar-lhe-ei uma flor,
como metáfora de nosso amor,
uma rosa pálida,
com o intuito de floríramos tal flor com nosso amor,
sem dor do passado, assombrado.

Nunca pude imaginar que houvesse alguém como você,
que me norteia,
como se eu só fosse capaz de seguir rumo ao norte junto a ti,
seu rosto angelical,
sua voz serena,
seus lábios afáveis.

Dar-lhe-ei um amor invejável,
para que nosso passado malogrado,
seja apagado,
de nossas memória atormentadas,
por fantasmas das alvoradas passadas.
Que nossos medos efêmeros desapareçam
junto com o meu passado de amores errantes,
neste instante não obstante.

: Rodrigo Wentzel

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